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Jogos c/ sexo e traição geram polêmica; veja casos

Jogos com sexo e traição geram polêmica; veja casos

Data: 19/05/2019

Os jogos competitivos ficaram famosos no mundo inteiro por promoverem torneios e distribuírem prêmios milionários. Alguns títulos, no entanto, também já geraram polêmica. Games como Dead or Alive e Catherine, por exemplo, trouxeram abordagens com temas adultos e até sexistas. Veja, a seguir, cinco jogos que causaram polêmica por aspectos que vão além dos seus torneios.

 

Catherine

 

Catherine aborda temas adultos e sexuais — Foto: Divulgação/Atlus Persona

Lançado em 2011, o jogo Catherine retrata a vida do jovem Vicent, que vive um triângulo amoroso entre Catherine, sua noiva, e a misteriosa Katherine. A fama polêmica do jogo vem da sua abordagem de conteúdo sexual e temas adultos como traição e infidelidade. O remake Catherine: Full Body também levantou debate por uma cena final, onde haveria a representação preconceituosa de um personagem LGBT. O jogo saiu no Japão em fevereiro de 2019, e tem previsão de chegar ao Ocidente em setembro deste ano. Ocasionalmente, Catherine aparece em torneios, o mais famoso foi a Evolution Championship Series (EVO), em 2015.

 

Counter-Strike 1.6

 

O lendário mapa do Rio de Janeiro em Counter-Strike 1.6 — Foto: Reprodução/Felipe Vinha

Embora seja um marco nos esports, Counter-Srike 1.6 foi o centro de uma grande polêmica no Brasil. Lançado em 2003, o jogo teve a venda proibida no país em 2008 por determinação de um juiz de Minas Gerais. A alegação era de que o jogo era "nocivo à saúde dos consumidores", debate aquecido pelo mod cs_rio. Na modificação, criada pela comunidade, os modelos de terroristas e contra-terroristas são substituídos por policiais e traficantes, enquanto o mapa em si é uma favela do Rio de Janeiro. Nos esports, CS 1.6 marcou história por render os primeiros títulos mundiais do Brasil na franquia.

 

Dead or Alive

 

Lutadoras femininas de Dead or Alive causaram polêmica — Foto: Divulgação/Koei Tecmo

A franquia Dead or Alive teve o primeiro jogo lançado em 1996, e ganhou a sua fama de polêmica pela sua abordagem considerada sexista. Os fatos mais comentados são os de manipulação dos seios das lutadoras, e a mecânica de destruição das roupas durante as lutas. Os figurinos também são alvo frequentes de críticas. Dead or Alive Xtreme: Venus Vacation também causou controvérsia por ter uma série de minigames onde o jogador podia assediar as personagens.

A única passagem pela EVO foi em 2006 (Dead or Alive 4). Em 2019 será lançado Dead or Alive 6, que terá seu circuito competitivo nos moldes da Capcom Pro Tour de Street Fighter 5.

 

Mortal Kombat

 

Mortal Kombat 11 continua com a violência característica da série — Foto: Divulgação/NetherRealm

A franquia Mortal Kombat também é conhecida pela violência gráfica. O primeiro jogo foi lançado em 1992 e causou tanta comoção que levou criação do Entertainment Software Rating Board (ESRB), organização que passou a classificar os jogos por faixa etária e teor de conteúdo. Ao todo, a franquia Mortal Kombat tem quatro passagens pela EVO. Foram elas: 2012 e 2013 (Mortal Kombat 9), 2015 (Mortal Kombat X) e 2016 (Mortal Kombat XL). A quinta passagem será na EVO 2019, com Mortal Kombat 11.

 

Mortal Kombat 11 (2019): gameplay mostra fatality, personagens e mais

 

Honor of Kings

 

Honor of Kings: versão original de Arena of Valor é considerada extremamente viciante — Foto: Divulgação/Tencent Games

Lançado em 2016, Honor of Kings é um fenômeno dos MOBAs e jogos mobile. Conhecido no Ocidente como Arena of Valor, no Oriente ele é considerado um dos maiores vilões dos jogos online. Segundo a imprensa chinesa, o grau de vício entre os chineses tornou-se tão grande que produziu casos extremos, como um jovem de 17 anos que teve um AVC e quase morreu após jogar por 40 horas seguidas e uma menina de 21 anos que ficou cega após jogar um dia inteiro. O jogo movimenta uma série de campeonatos, incluindo a Valor Series, que está na Season 3, a segunda temporada com presença do Brasil.

 

 

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